Pare de reclamar da Bel Pesce e comece logo a trabalhar

Tempo de leitura: 13 minutos

Guarde suas pedras até o final da leitura, por favor. Eu nunca fui muito fã da Bel Pesce. E, sinceramente, continuo não sendo tão fã assim do estilo dela. Só que isso não significa que eu não a admire pela sua competência e êxito em muitos aspectos. E, uma coisa você e eu precisamos aceitar definitivamente, mesmo que seja sentindo aquela pontada de dor no cotovelo: ELA SABE FAZER DINHEIRO*.

* Adendo pós-publicação: Vi um pseudo-erudito da metafísica criticando o “fazer dinheiro”. Se ele critica, é porque ou não faz dinheiro, ou não sabe o que é fazer dinheiro. Para ficar desenhado, fazer dinheiro significa obter resultado. Por mais que tente-se criminalizar o lucro, seja pelo motivo que for (a maioria das vezes inveja e fracasso, por isso essa lorota filosófica), a finalidade primeira de um negócio é faturar e obter lucro. 

E antes que você ache ruim e comece a me criticar, saiba que eu não estou reclamando de você. Não é uma reclamação da reclamação da reclamação. É apenas um convite para considerar a realidade por um prisma que talvez esteja enrustida ou escondida ali no canto e que estamos com pouca coragem de enfrentar ou, até mesmo, reconhecer.

Se você não faz idéia do que eu estou falando, deixe-me esclarecer. O que acontece é que existe uma avalanche de críticas as pessoas que trabalham nessa vertical chamada “motivacional“. Isso, os tais “Empreendedores de Palco“, ou seja, aqueles que tem uma fã page cheia de frases otimistas, que te jogam pra cima falando que o mundo é colorido e feliz (acho exagerei um pouco).

Sendo bastante sóbrio e sincero, encontro uma série de boas razões para as críticas que fazem quanto a forma de trabalhar de algumas dessas pessoas e também às críticas que fazem a alguns conteúdos que são compartilhados por elas. Certamente, o mundo dos negócios e a própria vida não é só alegria, coisa boa, algodão doce, etc. Mas, mesmo que a vida seja mesmo mais dura e difícil que as frases diárias do Caderninho da Bel, isso não significa que ela e outros não saibam fazer negócio ou não tenham nada de valor. Muito pelo contrário.

Então, por mais que eu e um monte de gente não goste desse modus operandi ou de qualquer pessoa que viva de palestras motivacionais e coisas similares, uma coisa é fato inegável: Muitos desses caras são verdadeiros profissionais. E não digo isso no mal sentido não. É no bom. Eles se prepararam. Estudaram a fundo uma vertical pouco explorada. Desenharam um plano de ação. Seguiram este plano à risca. Estão colhendo muitos frutos. E, obviamente, isso incomoda quem não está, digamos, se dando tão bem na exploração de sua respectiva vertical. Vamos aos fatos:

1. Identificaram um mercado, que é enorme

2013 Coachella Valley Music And Arts Festival – Day 2

Existe um mercado enorme. Sim, gigantesco. E esse mercado vai desde palestras para empresas a palestras abertas para o público em geral. MUITA GENTE está buscando motivação por diversos motivos diferentes. Augusto Cury tem seu o público que vai desde pessoas com casamento em crise a pessoas sofrendo de depressão. Eu conheço pessoas que tiveram suas vidas transformadas superando diversos obstáculos e crises por causa da literatura dele. A Bel Pesce, por exemplo, motiva as pessoas a empreender. E ela quase sempre apresenta o lado bom, a fantasia, o “perseguir os sonhos”. Eu não gosto muito, mas tem muita gente que, dependendo do momento que está vivendo, é ajudado verdadeiramente pelas frases e projetos dela.

Aproveitando, mesmo que não tenha nada a ver com o assunto aqui, digo o mesmo sobre a Fórmula de Lançamento do Érico Rocha. Eu conheço ao menos uma pessoa que usou e faturou mais de R$ 300.000,00 em um de seus lançamentos. E aí, como dizer que essas coisas não valem nada, não servem pra ninguém, só fazem mal? Acho cada vez mais difícil fazer isso de forma generalista e absoluta.

Como ia dizendo, essa vertical da motivação é um mercadão. E podemos reclamar o quanto quisermos, mas esse mercado vai continuar ali, enorme, clamando por mais um livro, por mais uma palestra, por mais um vídeo lendo a Carta do Mark Manson para o Brasil. Tem muita gente, não por ignorância, não por serem “tapados”, que gostam e consomem esse conteúdo “positivista” por opção. Eles querem e ponto. É tipo gosto musical. Tem gente que curte pagode. E os roqueiros então passam a odiar quem curte pagode, porque pagode “é ruim”. Mas será que é mesmo? Tá cheio de gente escutando, indo em shows, comprando DVDs. Há demanda. E há quem queira fazer ofertas para essa grande demanda.

Há pessoas que estudam esse mercado “motivacional” a fundo. Os que fazem isso com muito trabalho e dedicação, como em outros mercados, está fazendo dinheiro. E isso é, no mínimo, respeitável. Identificaram uma demanda verdadeiramente real e estão trabalhando diligentemente para conquistá-lo. Confesso, tiro o chapéu.

2. Montaram um time competente, que trabalha duro e gera resultados

suicidesquad

Esse ponto me chama muito a atenção. Os profissionais que estão trabalhando nessa área e áreas semelhantes (independentemente de o conteúdo deles ser bom ou não) fizeram questão de montar um bom time. Vejo o próprio Érico Rocha com um time, a Bel Pesce com um time, o Conrado Adolpho com um time e assim por diante.

E o time deles não é medíocre. Há pessoas extremamente competentes dentro desses grupos de pessoas. Cada um com sua especialidade. Portanto, esses profissionais trouxeram para perto de si exímios vendedores, especialistas em redes sociais, os “ex-SEOs” que sacam tudo de Page Rank, Google Trends, etc, caras muito bons de planejamento e lançamento de produtos, profissionais especialistas em redes de afiliados (e infoprodutos) como Hotmart (é uma startup situada no San Pedro Valley de muito resultado e enorme projeção na atualidade), especialistas em Ads no Facebook e Google, entre tantos outros.

E, sendo bem sincero, o que vemos na prática é que os caras são bons mesmo. E, talvez, isso possa ser uma das coisas que mais incomoda os outros. O fato de que existe um time muito competente por trás de cada nome capaz de vender muito bem e fazer um negócio parar de pé.

Quem dera startups dominassem o Marketing Digital como esses caras dominam. Quem dera startups tivessem essa competência para vender seu serviço/produto aos montes como esses “empreendedores de palco” conseguem vender. De cativar multidões, criar e manter fãs da sua marca. Dominar o mercado de afiliados, de lançamentos verdadeiramente impactantes. Percebe? Tem muita coisa boa para aprender com esse pessoal.

3. São extremamente focados em alcançar seus objetivos que são muito bem estabelecidos

meta

Outro ponto que admiro profundamente é o foco que essas pessoas possuem. Eles não tiram os olhos do alvo que estabeleceram por nada. É perceptível o quanto são comprometidos com os objetivos. Chega a ser assustador o tamanho da lealdade que nasce, desenvolve e se mostra entre eles ao longo do tempo. Poucos conseguem replicar em suas startups uma cultura e valores tão forte ao ponto de ter um time com essas características.

Assim, vamos somando os elementos. Há um mercado enorme. Forma-se um time extremamente competente. Cria-se um planejamento meticuloso e detalhista para alcançar uma meta que está muito clara para todos da equipe. Portanto, com essas metas claramente traçadas, esse grupo de pessoas só para quando alcançarem os objetivos. Não tem videogame, não tem totó ou sinuca (até tem, mas é menos hype e mais descompressão realista). Tem é muito trabalho. Ralação dia e noite, pesquisas, correções no percurso, trabalho, trabalho e trabalho. Esse time só para quando a meta estiver batida e, de preferência, com um novo recorde a ser apresentado.

Isso, para mim, é um grande exemplo de foco. E de comprometimento também. Não são muitos os times que possuem esse espírito, essa gana de fazer as coisas acontecerem pra valer. Esse é um dos motivos que, de certa maneira, muitos acabam criticando, pois ou não possuem um time tão eficiente quanto esses profissionais possuem. Eu não tenho medo de falar: cada vez mais, busco ter um time parecido com este. Com essa vontade absurda de fazer acontecer e com esse foco enorme.

4. Não ligam para o que os outros dizem sobre eles

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Nós somos muito vaidosos. Nos preocupamos muito com o que falam de nós. Enquanto isso, Bel Pesce e Cia Limitada estão tão focados em bater a próxima meta que os #mimimi não chegam nem ali na esquina. Ninguém perde tempo lendo toda essa revolta. Pelo contrário. Enquanto alguns poucos estão reclamando da Bel Pesce, Geração de Valor e Érico Rocha, por exemplo, eles estão trabalhando duro e, PASMEM, fazendo dinheiro por meio desse suor todo. É isso mesmo. Enquanto você está lendo esse parágrafo, tenho certeza que algum infoprodutor vendeu mais um produto online (se o produto é bom ou ruim, o problema é deles. Eles que respondem para seus clientes e eles que se virem pra lá).

Muito disso acontece porque o foco desses caras é fazer o negócio dar certo. Eles não estão preocupados com a sua ou a minha opinião. Eles estão preocupados em entregar para seu público alvo. Estão focados em bater metas. Não em choramingar os comentários “negativos” que recebem no Facebook. Por isso, enquanto reclamam deles, eles vendem. Eles seguem com o planejamento e batem as metas.

E essa é uma lição muito interessante. Mostra como uma mente diligente, focada em uma meta não sucumbe por qualquer coisa. Essa força de vontade, esse esforço absoluto é algo que admiro muito.

5. Ganham dinheiro trabalhando duro

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Parece idiota, mas esse pessoal do “motivacional” entendeu que trabalho duro gera RESULTADO. E, tendo isso muito bem compreendido, aplicam da forma mais objetiva possível. Nada pode substituir o trabalho duro. NADA. Você, se quiser alguma coisa da vida, vai ter que ralar MUITO. Idem para mim. Sem trabalho duro, sem muito foco, muito suor e esforço, não tem como ter resultado de verdade.

É tão simples assim. Se você plantar laranja você vai colher laranja. Se você plantar muita laranja, vai colher muita laranja. Se plantar pouco, vai colher pouco. Não adianta chorar, não adianta reclamar com Deus, colocar a culpa na falta de chuva, etc. Você não pode mudar o fato de que o resultado só vem com trabalho duro e que, normalmente, o resultado costuma ser proporcional a dedicação, foco e esforço que você realiza de fato.

E isso é inegável. A galera que está explorando a vertical “motivacional” faz isso muito bem. Mais uma vez, enquanto muitos os criticam aqui e ali, eles seguem irremovíveis da convicção que trabalho duro gera RESULTADO. E essa é uma lição e tanto para mim e para você.

Conclusão

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Enquanto a internet está cheia de gente esperneando contra, tem gente trabalhando com disciplina e de maneira incrivelmente sistemática para alcançar objetivos práticos. Se focinho de porco não é tomada é um problema que, no final, somente aquele que está fazendo o seu poderá responder ou dar razão de ser. Por isso, quanto mais você e eu focarmos em fazer as coisas acontecerem, melhor. Se você não gosta da vertical “motivacional”, ignore ela. Apague da sua mente. Bloqueie no Facebook, delete do seu Whatsapp, apague do seu Snapchat.

Tire proveito de absolutamente tudo de útil que Bel Pesce e similares fazem. Tem MUITA COISA boa para aprender, para se inspirar (no melhor dos sentidos), para implementar no seu próprio negócio. Aquilo que for ruim, você pode simplesmente ignorar e deixar de lado. Mas não ache que é 8 ou 80. Não deixe de lado tudo, afinal eu tenho certeza que alguma coisa boa há e, por isso, algum proveito terá para você e assim como tem para mim.

Não custa nada repetir. Mas eu sei que tem muita gente picareta nesse mercado. Tem mesmo. No mundo das startups também tem. E em todo mercado sempre teve e sempre terá os fakes. Mas isso não significa que, automaticamente, todo mundo que está num mercado seja mesmo um charlatão. Porque de fato não é assim que funciona. Tem gente boa e competente em praticamente tudo quanto é tipo de mercado assim como temos pessoas de má fé em praticamente todo tipo de mercado que conhecemos. Cabe, em muito, aos bons profissionais, elevarem a vara e manterem o padrão de qualidade alto. Assim, sempre haverá uma barreira de entrada bem alta para quem não busca o mesmo nível de qualidade.

Finalizando, viva sua vida em paz. E deixe os outros trabalharem e fazerem o dele. É claro que devemos ser pessoas críticas, que analisam e fazem um bom julgamento das coisas. Isso é correto. O que não pode acontecer é uma crítica equilibrada sobre um aspecto específico virar linchamento virtual. O que não podemos nos permitir é nos tornarmos críticos profissionais. Sem perceber, muitas vezes, torramos horas e horas na internet ou numa mesa de bar detonando e criticando alguém. É quase que uma profissão de criticar 24 horas por dia, 7 dias da semana. Nossa vida vira perseguir o fulano e o ciclano porque eu não gosto deles e porque eu acho isso e aquilo a respeito do trabalho que eles fazem. Se você ou eu fazemos isso, precisamos então, urgentemente, parar de reclamar da Bel Pesce e comecar logo a trabalhar, porque mesmo que houvesse alguma razão justa e conseguíssemos “tirá-la dos palcos”, no mesmo dia um ávido e fiel companheiro de críticas infindáveis subiria neste mesmíssimo palco e começaria a fazer o mesmo que a 5 minutos atrás tanto condenava e criticava.

Dica bônus (foi mal, não resisti hehe)

Brincadeiras com o título a parte, tem um TED que já publiquei no Vida de Startup que eu gosto muito. Nele, a Amy Cuddy mostra o quanto a nossa postura, gestos e fala influenciam nosso corpo. Ficar praguejando, criticando negativamente, etc acaba fazendo mal pra nós mesmos. Por isso, aprender a ser mais moderado nas críticas e não viver apenas disso acaba sendo tão importante. Quem se afunda num quadro deste tipo acaba transformando seu corpo e seu ser num completo resmungão. Tipo a Hiena Hardy:

Sobre Matt Montenegro

Matt Montenegro é fundador do Barba Ruiva, que funciona como um guarda-chuvas para o Beved, um mercado livre de cursos online, o Vida de Startup, este blog onde é escritor e criador e o Aio, um YouTube corporativo para base de conhecimento, comunicação interna e mini-treinamentos para empresas. Também é formado em Comunicação Social(Publicidade) na Newton Paiva, cursou a Pós-Graduação em Design de Interação na PUC e especialista em User Experience. É membro ativo do SanPedroValley, comunidade auto-gerenciada de startups da região metropolitana de Belo Horizonte.

  • Joao Reis

    reclamar da Bel Pesce??? não, eu tava muito ocupado trabalhando… deixa eu voltar ali, inté.

    • <3 Valeu por passar por aqui, @disqus_gPAo7rJzpq:disqus 🙂

      • Seus artigos são leitura obrigatório pra quem quer formar opinião própria. o prazer foi meu.

  • Sensacional Matt principalmente a dica bônus!

    • Obrigado, @marlorivera:disqus 😉

  • Tatti Maeda

    Seu texto é lúcido. Bem fundamentados faz bastante sentido. Uma coisa é não se identificar nem desejar seguir esses “gurus” , outra é desperdiçar tempo tentando criar uma seita perseguidora que a todo custo pretende depreciar de maneira deturpada e desequilibrada a postura profissional dos outros.
    Particularmente sou uma não seguidora destes profissionais citados ( por abominar fazerem uso de influência emocional para capitalizar recursos ) mas enfim, é a vida que eles escolheram e a trilha que perseguem bem. Parabéns Matt!

    • Obrigado, @tattimaeda:disqus. Eu também não sou um ávido seguidor deles. Mas admiro vários detalhes que eles fazem muito bem feito. Sempre podemos aprender algo bom, basta olharmos pelo ângulo correto.

      • Tatti Maeda

        Concordo plenamente contigo! Obrigada pelo feedback!

    • Henrique

      Talvez, nós como sociedade temos que parar de abominar certas coisas que nao entendemos. Às vezes limitamos nosso entendimento sobre certas situações e ficamos cegos.
      O que é um produto?
      Esses empreendedores motivacionais possuem como produto a motivação, a emoção. Este é o produto deles. E se há clientes fiéis, então o produto está dando certo.
      Por isso concordo plenamente com o autor do texto. Não é porque não precisamos desse produto, não precisamos de motivação, que ninguém precisará.
      Acredito que esse é o principal erro dos empreendedores, achar que algo é bom de acordo apenas com seus gostos.

  • Claudia Intatilo

    adorei a “dica bônus”, bem sacado 🙂

    • Hehe, não resisti!

  • Ótima abordagem @eusouomatt:disqus.

    • Obrigado, @felippem:disqus!

  • Resumiu em um artigo o que penso a respeito de todas as críticas que já li e ouvi à Bel Pesce (Conrado, Érico, etc.), show de bola seu texto, vou compartilhar.
    Abraços

    • Obrigado, @renatobarbosapalestrante:disqus!

  • Robson Erbst

    Excelente reflexão!

    • Obrigado, @robsonerbst:disqus!

  • Derlan Lima

    Ótimo texto…
    A galera FALA MUITO, ao invés de trabalhar.
    Não sou infoprodutor, nem afiliado, nem nada relacionado a esse tipo de infoproduto… Mas quem daqui sinceramente não queria fazer o conhecido “7 dígitos em 24” que o Érico Rocha tanto fala, e provavelmente faz!

    Podem falar o quanto for, eles estarão lá fazendo o que deve ser feito. E o povo que devia estar fazendo o seu, tá criticando o dos outros 🙂

    • O ponto alto é falar menos e fazer mais. Há pontos positivos inegáveis nesse pessoal e que precisamos sim ter mais sobriedade para considerar e até aprender com eles.

  • Diogo Assis

    Boa!

  • Clever

    Único porém ai é que em teoria ela não era pra ter apelado pra isso, foi pro Vale do Silício, era tratada como a menina dos ovos de ouro brasileira lá e tal, ficou por anos e produziu o que de relevante? acredito que nada ou pouquíssima coisa; ai se obrigou a voltar pra cá e pra “ganhar a vida” apelou pro motivacional; isso nem seria um problema se ela assumisse isso, agora o que acontece é que ela deve vender seu produtos como se tivesse sido um sucesso lá fora; acho que essa é a maior birra do pessoal; esses dias mesmo o Flavio Augusto postou algo sobre esses marketeiros de palco, não há nada de errado em segui-los desde que eles tenham resultados pra apoiar tudo que falam; esse é o caso do Erico, Conrado e outros.

    • Franklin Weise

      Já me questionei o mesmo. Penso que o palestrante deve ser admirado pela capacidade de fazer os outros se inspirarem e terem sucesso – sem que necessariamente eles mesmos tenham cases de sucesso em negócios extra-palestra. É mais ou menos como bons professores – são inspiradores e têm um importante papel multiplicador, mas em muitos casos não são capazes de pôr em prática o que ensinam.

    • Tu é muito ignorante, cara. A Bel criou diversos aplicativos, diversas startup. Uma das empresas foram vendidas por dezenas de milhões para outra empresa norte-americana. A Bel tem a FazINOVA, ou vc não sabia? para melhorar ela faz as palestras motivacionais, o que não tem nada de falação, visto que ela só reproduz o que já existe.
      Continua com esse teu pensamento de imbecil que continuará pobre, fracassado e ignorante para a vida inteira.

      • Jira, Jira, Jirou!!
        • ↑ hahahaha vim só pra comentar isso

        • realmente, é questionável. porém, acho que as pessoas temem em dizer que é farsa sem ter provas concretas, ao invés de possíveis indícios de exagero na promoção pessoal.

          • Jira, Jira, Jirou!!

            Haha vc é um hipócrita babaca Steinnorff. Rebaixou o cara, chamou de imbecil, pobre e etc, defendeu a mina como o santo graal do empreendedorismo, citou no curriculo dela os louros que ela mesma se gaba de ter “startado”, mas que já está transparecendo que não foi bem assim, cita a tal empresa que foi vendida por dezenas de milhões a qual ela foi uma das “fundadoras”, a tal empresa sendo a Lemon, e que ela diz ter “saído antes” pra se “dedicar” a educação com a mais lavada cara, e agora vc vem com esse comentariozinho chapa branca. Tenha a humildade de admitir que estava idolatrando uma salafrária ao menos seu otario, esse é o problema dessa geração, nunca estão errados, são dotados de uma arrogância que os carrega a passos largos de mãos dadas à ignorância, acreditam em qualquer menestrel de meia tigela que “parecer” saber o que faz, ninguém se importa em procurar saber se o sujeito realmente sabe o que faz, geração que idolatra Steve Jobs e ignora Steve Wozniak

          • As provas são concretas. Ela mentiu pra caramba. E essa mentirada acaba desconstruindo até aquilo que ela fez de real. Ela vacilou, já tinha um currículo e tanto. Não precisava ter inflado nada. Agora, paga o preço por ter impelido sua carreira e negócios em uma parcela significativa de mentiras.

      • Evandro Oliveira

        RSRSRS … é cada comédia comediante que aparece. Steinnorff Bourustinrher é mais um candidato a Stand Uper … Boa sorte !!!

        • Depois de tu acompanhar ela por anos no facebook, ler os livros dela (que emprestei de amigos), participar de uma palestra gratuita dela, tu vem debater comigo. Não é questão de ser bitolado, é questão de ter mente aberta. Os fatos não indicam farsa certa.

          • Os fatos mostram várias farsas concretas. Ela tem um currículo sim. Mas uma grande parte é uma farsa completa.

          • Evandro Oliveira

            RSRSRS … esta turminha de sofista e suas erísticas… “acompanhar anos no facebook” ???? HUAHUAHUA… “ler oS livroS” (grifo meu do Plural)… “palestra gratuitas” UAU!!!!! COMÉDIA !!!!!! Perco tempo com isto não… continua aí pagando pau.

          • Já perdeu há muito…

  • Sensacional. Sempre pensei as mesmas coisas. Acompanharei seu blog. Mais trabalho e menos reclamação. O dia tem apenas 24 horas.

    • Obrigado por prestigiar, @smileads:disqus!

  • Concordo com a sua visão Matt, parabéns pelas maduras opiniões. Eu realmente desconhecia as críticas que você citou, por isso cliquei para ler o artigo quando vi o título pelo Linkedin. Fico feliz por não saber desse tipo de críticas, pois isso quer dizer que não participo desse tipo de discussão e quer dizer estou longe de pessoas que só reclamam. Fazer é sempre melhor do que reclamar, e você demonstra estar no lado do fazer. Congratulações por isso. Abraços!

    • Obrigado, @marcooge:disqus! Com certeza fazer mais e falar menos é sempre melhor!

  • Não, eu não gosto deste modelo de “fórmula de lançar mentos”, mas, dizer que o negócio é ruim, não funciona, bro, isso você não pode dizer, mas sim, você pode falar que é um modelo diferente do que vemos em outros mercados, até porque, é um outro mercado 🙂

    E sim, podemos aprender muito com essa galera, e não, eu não os defendo, e sim, também tem muito picareta nesse mercado aí, mas essa galera acaba caindo.

    O maior problema que vejo é, pessoas se endividando fortemente porque acreditam que comprando um curso de 5k vão faturar 300k e quando fracassam, a culpa é de quem?
    Óbvio que é da pessoa que pagou 5k no curso achando que teria 300k de volta em 1 mês. Isso eu acho meio cruel.
    Mas, pra ter quem vende, tem que ter quem compre, portanto, quem sou eu pra falar que essa galera não trampa?

    • Independentemente da qualidade do produto, se ele funciona ou não, o fato de que essa galera trabalha duro não pode ser ignorado mesmo.

  • Douglas

    Acredito que nao se pode colocar todos na mesma cesta.Alguns são empreendedores outros são apresentadores de palco e com poucos negócios,a teoria do “sabe ganhar dinheiro” nao é aplicada….

    • Concordo. Por isso ressaltei que há pessoas competentes em todos os mercados assim como há charlatões em todos os mercados também.

  • Thiago Holanda

    Cara parabéns pelo artigo. De fato você se torna aquilo que sempre mentalizou ou mentaliza constantemente e por muito tempo. Só acho esquisito classificar as pessoas de acordo com sua opinião como tapados, o que pode nos levar à conclusões errôneas de pensamento. Enfim, o mundo é plural, sempre foi e sempre será e todo mundo tem seu lugar ao sol. Os preguiçosos e os que trabalham duro. Abraço.

    • Não entendi. Não classifiquei ninguém como tapado. Muito pelo contrário.

      • Thiago Holanda

        Desculpe, acabei por não ver o “não” antes. Faço aqui meu “mea-culpa”. Parabéns pelo artigo e está nos meus favoritos, junto com o artigo sobre o TED. Abraço.

        • Obrigado, @disqus_m6eR9DXyZB:disqus!

  • Luiz César Cardoso Lopes

    Explanou muito bem. Mas você foi muito bem pago para fazer essa matéria, não vejo outra explicação, eu faria o mesmo no lugar dela para abafar, melhor forma de lidar com críticas. Ela força a barra sim, conheci um menino de 17 anos que reclamou dela, como as pessoas ouvem isso e acham a melhor coisa do mundo, foi um desabafo se um jovem demonstra senso crítico, falta isso no Brasil e abre margem para oportunismo. Concordo que tem os invejosos de Platão ela já ganha grana com isso, mas não é muito não, duvido muito, ela tem muito apoio extra, um bom impulsionador, mas a grande questao é o que ela fez de relevante, o que ela criou que foi significativo? Conheci uma pessoa da equipe sela, senão tivesse conhecido essa pessoa não diria que são muito motivados a fazer, a tentar, buscam criar, e continuam tentando.

    • Primeiro: Isso é um artigo, não uma matéria

      Segundo: Não escrevo pauta paga

  • desassossegada

    Ufa, finalmente um post com uma visão positiva em meio a tantos textos com críticas e mais críticas. Eu estava me sentindo incomodada com tanta negatividade sobre o trabalho dessas pessoas, já não sabia nem mais o que pensar. Foi muito bom ter lido esse post. Parabéns pelo ótimo conteúdo!

    • Viver criticando negativamente e resmungando pelos cantos só faz mal. Sempre há algo de proveito. Basta enxergar pelo ângulo correto.

      • desassossegada

        Sem dúvida!

        Gostei muito da sua abordagem, você ganhou uma leitora 🙂

  • Guilherme Mendonça

    Olá, Matt. Muito bom seu artigo. Gostei e concordei com tudo. Só chamo a atenção para o significado de “respeitável” quando você se refere ao fato de alguém fazer muito dinheiro. Eu não gosto do sertanejo universitário, mas preciso reconhecer que esse gênero musical se reinventou e soube se posicionar no topo do mercado. Ainda assim, talvez seja respeitável do ponto de vista administrativo, mas é deplorável do ponto de vista musical e cultural. Outro exemplo, nada louvável, seria o de alguns pastores charlatães que estão milionários por iludirem e extorquirem fiéis. Outro bom exemplo é o comercial da Folha de São Paulo abaixo.
    Enfim, acredito que o “respeitável” não pode ganhar a conotação de “admirável”, e sim como significado mais racional, passível de análise científica e estudos de caso. Mas creio que você também se referia a isso. Minha ponderação foi apenas pra esclarecer alguma possível interpretação desavisada. Abraços e parabéns!

    • Detalhei durante 13 minutos de leitura o que é “admirável” ou “respeitável”. Nenhum dos pontos que explicitei tem relação com sua colocação como um todo.

      • Guilherme Mendonça

        Desculpe, mas nesse ponto em específico, devo discordar. Você detalhou o que é respeitável sob o ponto de vista administrativo – os subtítulos já demonstram o quão você ressalta as qualidades empresariais – e que qualquer empreendedor bem sucedido já os aplicam, seja honesto ou charlatão, seja de conteúdo bom ou duvidoso. Não obstante, você ainda coloca em xeque essa diferença (respeitável x admirável) ao associar admirável com demanda : “É tipo gosto musical. Tem gente que curte pagode. E os roqueiros então passam a odiar quem curte pagode, porque pagode “é ruim”. Mas será que é mesmo? Tá cheio de gente escutando, indo em shows, comprando DVDs. Há demanda. E há quem queira fazer ofertas para essa grande demanda.”

        • Não precisa se desculpar 🙂 Eu fiz exatamente isso. Detalhei o que é respeitável sob a ótica do esforço, organização, produtividade, resultados e similares. O que fica completamente de acordo com o exemplo do gosto musical, por exemplo.

          • Guilherme Mendonça

            Sim, concordo plenamente com seu texto. Eu só queria mesmo era reforçar essa ideia da diferenciação entre respeitável e admirável. No mais, é isso aí, parabéns pelas observações. 😀

          • Sim, é um ponto de atenção importante. Bom ponto levantado.

  • Antonio Quirino

    Boa reflexão sobre assunto. Acompanho as mídias sociais da Bel. Algumas coisas são ótimas, outras, forçadas demais. De fato não me interessa se “ela vai correr pela primeira vez na mini maratona de Amsterdan” ou “se sua irmã está aniversariando hoje”. Particularmente, gosto de mensagens e textos motivacionais. São como bálsamo para enfrentarmos as dificuldades do dia a dia. É coisa antiga e bem intrínseca ao ser humano. Vide os Salmos de Davi, um verdadeiro e grande exemplo de motivação e superação, que serve de inspiração até hoje. Se ela e os demais estão faturando nesse segmento (no contexto geral) , méritos. Está incomodado? Crie, inove, empreenda, enfim, levante a bunda da cadeira e faça algo melhor.

    • O que mais incomoda, acredito, é o uso de mentiras pra ganhar grana e pra construir a carreira. Fora isso, respeito muito todos.

  • Dinho

    Muito bom o texto. Concordo em se manter ocupado. Não concordo com “calar a boca”.

    O mercado e suas práticas evoluem na perspectiva da crítica.

    Enquanto você, sabiamente, me pede para ir trabalhar, o que de fato é o que faço, ao mesmo tempo blinda esse tipo de prática, como que dizendo “gente, deixa Bel em paz. Ela foi competente.”

    Eu uso do meu direito de discordar, tanto desse positivo conselho para silenciar críticas que não levam a nada, quanto de afirmar que eles são experts.

    Bel e outros, crescem em cima da mesma debilidade que igrejas crescem: A falta de esperança de um povo que não possuiu o devido acesso aos meios de produção e conhecimento necessários para não depender do “você pode!”

    As coisas são bastante complexas, e qualquer pessoa séria sabe que Bel e outros mais prejudicam que atrapalham. E mais: tornam o atrapalhar um mercado, um novo nicho e um fim em si mesmo.

    Empreendedorismo deveria ser pauta de escola pública. Cruzar Experiências de empreendedores brasileiros, desde Mauá, incluindo Eike, apontando acertos e erros do empreender no Brasil, juntando isso com Paulo Freire, com novas vozes que falam de inovação.

    Parar de falar da Bel, não.

    Trabalhar, fazer o seu e continuar falando.

    É preciso considerar mesmo o falar “não construtivo” como uma necessidade de fala. Essa coisa de “trazer energias negativas”, olha, isso é muito subjetivo. Ninguém tem que querer destruir a Bel. Mas pensar, sempre e profundamente, os erros nos fazeres dela que em muito prejudicam a evolução do empreendedorismo para o povo.

    É necessário, informa, colabora na co-educação, e quem sabe, a própria Bel reveja seus posicionamentos, porque o que ela vende é muito, mas muito raso, e as pessoas, que botam muita fé nisso, merecem mais.

    Conheça a Universidade da Correria.

    Abs.

    • Apesar da inflada de currículo bizarra, a Bel é, na minha opinião, competente nos itens que citei: Ganhar dinheiro, montar equipe, marketing, foco, etc. O lance de parar de falar mal dela é justamente porque a gente, muitas vezes, gasta mais energia falando mal de alguém que ralando e fazendo o nosso acontecer. Só isso.

  • Marcelo

    “Quem dera startups tivessem essa competência para vender seu serviço/produto aos montes como esses “empreendedores de palco”
    conseguem vender. De cativar multidões, criar e manter fãs da sua
    marca. Dominar o mercado de afiliados, de lançamentos verdadeiramente
    impactantes. Percebe? Tem muita coisa boa para aprender com esse pessoal”
    Só que não… startups focam em produtos “reais”, que precisam realmente resolver problemas ou necessidades de pessoas, de empresas, de situações. E isso exige muito, mas muito trabalho e empenho. Não sobra tempo pra subir em palcos. Produtos “verdadeiros” tem especificações, tem limitações, precisam melhorias, evoluem, enfrentam barreiras, precisam constante atenção para se manterem competitivos.
    Empreendedores de palco formam mercado em si mesmos. As técnicas motivacionais existem a centenas e centenas de anos, são úteis sim, nos ajudam a superar dificuldades e ganhar dinheiro com nossos produtos reais. Esses empreendedores de palco parecem mais motivados a ganhar dinheiro é com a baixa autoestima e com a falta de rumo e noção das muitas pessoas que querem empreender e não sabem como. Sem dúvida nosso país vivem um momento bem “oportuno”, para eles.

    • @disqus_QynNbGZCrN:disqus, eu gosto muito da estratégia do Basecamp e Intercom, por exemplo. Focaram em construir um produto e, ao mesmo tempo, uma autoridade por meio de conteúdos de educação e informação. Usaram toda competência em Marketing, Growth Hacking, etc para crescer no Marketing e, por sua vez, no seu produto. Sempre há algo para aprendermos. Nem que seja algo que aprendemos a não fazer 🙂

  • Marcos Cardoso

    Excelente texto!

    Tinha lido quando publicado e agora novamente, ao ser lembrado via e-mail.
    Claro que os empreendedores de palco sabem fazer dinheiro. O mercado é gigante.

    A única questão que coloco, que para mim é primordial, é a responsabilidade desses caras. Em sua grande maioria, espalham frases fáceis para quem nunca empreendeu. Em uma oratória impecável, o discurso é imediatamente digerido por jovens que pretendem entrar nesse mundo maravilhoso do empreendedorismo. Maravilhoso, mas absurdamente duro. Isso é MUITO grave! É como um: “Vai lá que você consegue! Vai em busca de teus sonhos como se não houvesse amanhã!”.

    Pera aí, cara! Calma lá!

    É preciso responsabilidade para mudar o rumo da vida das pessoas. Quem empreende sabe o quão duro é!

    Então, não curto esse tipo de movimento e nem acho válido o argumento que sabem fazer dinheiro, uma vez que o fazem jorrando sonhos, que em sua maioria, são inalcançáveis.

    Eles fariam muito mais diferença com mentorias a Startups em seus primeiros estágios. Isso se tivessem experiência prática sobre o assunto específico daquela Startup. Caso contrário, é muito mais válido ir na Livraria Cultura, procurar a seção de auto-ajuda e escolher dois ou três títulos.

    Sabem fazer dinheiro? Ô se sabem….
    Mas sendo bem duro, não passam de uns irresponsáveis.

    • Não sei se são todos irresponsáveis. As generalizações são complicadas, mas entendo sua colocação mesmo assim. Para mim, sempre há o que aprender com qualquer um. O que fazer e o que não fazer. E o sim e não vai depender da nossa cultura e crenças. Assim, cada um tem seu dever individual de reter o que é bom e abster-se do que é ruim de cada coisa. Eu entendo que há muita coisa boa para aprender com muitos desses infoprodutores. Tanto o que fazer quanto o que não fazer. E estou buscando tirar o melhor proveito desses ensinamentos para ser melhor no que eu faço, no que eu sou. Enfim, é uma análise pessoal, sob minha ótica e experiência de vida. O que não exclui sua opinião de nenhuma forma. Nem me faz deixar de respeitá-la também 🙂

  • leandro freire

    Eu não concordo em tudo, acredito que algumas pessoas ganham a vida fazendo isso, vivem fazendo palestras, sem nem mesmo ter realizado algo de fato, porém a Bel Pesce, apesar de fazer várias palestras, ela empreende há muito tempo, já fundou diversas startups e realizou diversos projetos grandiosos, o tour da Bel é todo feito através de coworking, por isso parte do que ela arrecada é distribuido entre aqueles que contribuíram, mas acho positivo ouvir os ideias de pessoas que chegaram lá, como ela, não concordo com pessoas que fazem isso como meio de vida,.

    • Eu acho que a Bel tem um belo repertório em empreendedorismo. Vende muito bem, fala muito bem, entrega conteúdo focado em uma vertical específica. Possui vários negócios diferentes e que são verdadeiramente lucrativos. Respeito demais o sucesso que ela faz e, hoje, repensando muito do que já achei e deixei de achar, entendo que ela está fazendo o dela, focada nos seus negócios e resultados. O mínimo que posso fazer é deixar ela trabalhar em paz porque eu quero essa mesma paz pra trabalhar aqui 🙂

      • leandro freire

        Legal, achei interessante seu ponto de vista, como disse não concordo em tudo, mas entendi a mensagem que quis passar, e achei bem construtiva.
        Abraços

        • Obrigado, @disqus_kOboxLWw0v:disqus!

  • Maristela Moura

    Ótimo texto Matt! Parabéns pelas ponderações lúcidas e desapaixonadas. Compartilhado!

    • Obrigado por acompanhar e compartilhar, @maristelamoura:disqus!

  • Carlos Henrique Fructuoso de M

    Ótimo texto!

    • Obrigado, @carloshenriquefructuosodem:disqus!

  • @eusouomatt:disqus, virei tu fã rapaz!

    Seguinte, vejo tudo isso acontecer nas redes sociais e até sei que parte de toda essa engrenagem tem lá suas brechas e exageros.

    Também, já vi pessoas e empresas seguirem determinado método ou fórmula e se darem bem.

    Como conheço muita gente que teve acesso a isso tudo e não deu em nada.

    Lembro de uma parábola ou história real, já nem sei mais, rs… que um professor na sala de aula dava uma de suas aulas mais épicas e vendo a desconexão da maioria da turma, simplesmente parou tudo, e deu assim um belo soco no estômago da geral dizendo algo mais ou menos assim…

    “Tenho certeza que 95% dessa turma não vai chegar a lugar nenhum. Os demais 5% atingirão tudo em sua vida. Mesmo com o melhor professor, 95% vai falhar!”

    enfim…

    Acredito muito na filosofia da prosperidade de Napoleon Hill – Quem Pensa Enriquece.

    Entendo que muita gente não curte isso, contudo, o cara escreveu essa obra há 100 anos atrás.. e a coisa continua rendendo.

    Conheço empresários que simplesmente criam seus próprios masterminds e com sua equipe de diretores discutem essa filosofia pelo menos uma vez por semana.

    Também conheço pessoas que querem que se laskem as filosofias de sucesso, o negócio mesmo é ter “sangue nos zóio” e ponto final, e também dá certo pra elas.

    E por fim, o que o próprio Jesus fez há mais de 2.000 anos atrás?

    Um empreendedor de palco? Sim. Com resultados? Sim. E fracassos? Também!

    Pois é, até Jesus, passou por isso, oras, gostei muito de ler seu artigo.

    Fato pra mim é que se eu for uma pessoa dedicada, ainda que eu leia um artigo no blogspot e coloque em prática, pode dar certo.

    No outro extremo, se eu tiver num evento ao vivo de qualquer empreendedor, posso assimilar muita coisa boa ali, conhecer muita gente, e simplesmente isso não fazer a menor diferença pra mim e meus negócios.

    No fim das contas, como já dizia a velha canção “depende de nós”.

    Um abraço pra você e parabéns por suas empresas e seu conteúdo.

    PS. Você disse que quer um time forte e coeso, olha só, estou à disposição e adoraria bater um papo contigo pra saber se teria chance de fazer parte do seu time dos sonhos.

    Podemos marcar algo?

    • Fala @julianoabrahaoferreira:disqus, tudo certo? Eu marco calls de 15 minutos por Skype, aqui no blog mesmo. Tem um link na lateral direita. Só marcar lá que a gente conversa. É de graça 😉

  • Gabriela Teixeira

    Vou te falar… nada contra a Bel Pesce, acho que ela trabalhou e continua trabalhando duro e tem produto para oferecer, mas já esse tal Formula de Lançamento, na minha opinião é uma palhaçada… como é que eles podem sugerir que alguém pague uma boa grana, sem um produto para comercializar. Fica igual pirâmide, o produto passa a ser secundário, pois a prioridade é o “esquema” de vendas. Eles prometem rios de dinheiro para utilização da Formula, sem saber se existe uma produto de qualidade por trás do método. Promessa vazia.

    • Tenho minhas ressalvas quanto ao Fórmula de Lançamento também, @disqus_F0U2JlTYSR:disqus. Concordo com seu ponto, há muitos fazendo dessa Fórmula um atalho que, no caso de quem compra, vira uma promessa vazia mesmo. Uma pena.

  • Leonardo Cabral

    Tive que ler o texto todo pra entender a birra e tenho que concordar com a visão do Matt: É mercado.

    Minha ressalva é esse “kumbayah my lord” de “siga os seu sonho” e “erre sempre, erre bastante”. Muitas dessas coisas vem para o Brasil sem ressignificação ajustadas às questões socio culturais e econômicas.

    Tem uma frase do Douglas Adams que se encaixa nessa atenção exacerbada dada à auto ajuda para empreendedores:

    “Não basta ver a beleza de um jardim sem ter que imaginar que há fadas nele?”

    Abraço

    • @disqus_daXc8IiQx5:disqus, pois é. Eu também não curto essa pegada. Respeito que usa e faz, mas eu não sou adepto também não. Aliás, gosto muito dessa frase do Adams.

  • ricardo bueno

    Eu acho que o povo tá chateado pq ela (BEL) já fez outras duas campanhas e ganhou muito dinheiro, não precisava fazer novamente.

    – Na primeira a meta era de R$ 260 mil, ela conseguiu R$ 889 mil.
    – Depois fez outra com a meta de 260 mil novamente, conseguiu R$ 737 mil.

    Não parece estranho que ela continue fazendo este tipo de coisa, mesmo com MUITO dinheiro sobrando da primeira campanha e da segunda campanha?

    Pelas contas:

    Com as duas campanhas ela precisava de -> R$ 520 mil.
    Conseguiu -> 1.626.000
    Sobraram -> 1.106.000 (Sumiu?)

    Com o que sobrou daria para montar a hamburgueria tranquilamente.

    Para os mais atentos, pode parecer que ela descobriu uma forma de ganhar dinheiro fácil, pois nenhum investimento tem um retorno tão alto em tão pouco tempo.

    Campanhas:
    http://www.kickante.com.br/campanhas/bel-pesce-legado-menina-do-vale
    http://www.kickante.com.br/campanhas/bel-pesce-por-todas-as-capitais-do-brasil

    Nesta nova campanha ela queria R$ 200 mil, mas fica claro pelo resultado das outras que ela esperava que fosse acontecer o mesmo, receber bem mais. Será que isso não é óbvio?

    Outro detalhe, temos que pesquisar muito a vida da Bel, pq as coisas que ela fala não se encaixam, como por exemplo ser fundadora da Lemon, em nenhum lugar existe essa informação.

    O grande problema é que o Brasil agora tá empestado de empreendedores de palco, que estão ganhando espaços como pastores de algumas igrejas, conseguindo fiéis cegos, que os defendem mesmo as evidências mostrando que estes só buscam vantagens custe o dinheiro de quem custar.

    Não podemos negar que ele é ótima líder e tem o dom da palavra, como todo pastor que precisa criar seu rebanho de ovelhas cegas. Além disso, o que ela fez nas duas primeiras campanhas, colocando um valor e arrecadando 3 ou quase 4 vezes mais, sem necessidade, não é o mesmo que os políticos fazem hoje? Se isso é aceitável então não devemos reclamar de Cunha, Lula, Aécio, PMDB, PT… etc. Pq foi exatamente o que ela fez, aprendeu certinho…

    • @disqus_rM1AXw04kZ:disqus, aquele que mente se torna refém da sua própria mentira. Lembre-se, quem tem ética, tem amigos. Quem não tem ética, tem cúmplices.

  • Rodrigo Ribeiro

    Interessante ler este texto publicado meses atrás e ver que a desconfiança não era de hoje. Ainda mais nesse dia que veio à tona a publicação investigativa do Izzy Nobre. Ao que parece, tanto o Izzy quanto o Matt têm razão: Ela é uma fraude quanto ao feitos já realizados, porém, é excelente na dedicação para alcançar seus objetivos (ainda que por meio fraudulento). Impossível não fazer um paralelo com o caso do Frank Abgnalle (retratado no filme Prenda-me se for capaz).

    • Por aí, @disqus_myNhtuCgci:disqus. Paguei caro por esse texto. Mas quem viu a inteligência dele, reconhece agora como você. Obrigado!

      • Pq vc pagou caro por este texto?

        • Quem escreveu cobrou caro =P Porque a verdade incomoda quem não está ao lado dela. E essas pessoas tentam te desmoralizar no mercado, sorrateiramente. É o preço que se paga por falar as coisas como elas são. Mas faz parte, já estou acostumado.

  • Jira, Jira, Jirou!!
    • Aquele que mente se torna refém da sua própria mentira. Lembre-se, quem tem ética, tem amigos. Quem não tem ética, tem cúmplices.

      • Jira, Jira, Jirou!!

        sim, e tentar receber os louros por aquilo que não se fez é algo bem ético…

        • @Lucones:disqus, super…

  • Entendi perfeitamente seu ponto de vista, Matt.

    Assim: existem duas categorias distintas de pessoas que reagem de formas diferentes quando torcem o nariz para o trabalho de alguém que esses grupos escolhem como alvo – os que não curtem mas têm as suas vidas normais, e os que não curtem e tentam destruir o amiguinho.

    Esse segundo grupo espera que a gente falhe uma única vez para virarmos bonecos de Judas, e não param para avaliar as consequências de pré-julgamentos rasos que, dependendo da pessoa que os profere, podem custar caro (assim como foquei na minha formação como Analista de Sistemas mesmo com uma galerinha contra durante a faculdade e concluí, enquanto os desesperados ficaram até 3 semestres a mais). Como você disse, quem tem ética, tem amigos.

    Sobre a Bel, só tenho elogios a ela por ser uma das pessoas que mais contribuíram para que eu me lembrasse que o #hardwork e a execução (que ela tem de sobra) vale mais do que apenas palavras, e ainda mais do que a ferocidade dos Hardies, tanto que já estou em uma equipe com mais 3 pessoas desenvolvendo um projeto bacana pra ir ao ar logo logo. =)

  • Clever

    Gostaria que o dignissimo autor do post desse sua opinião agora depois da máscara do assunto em questão cair; confesso que da um gostinho lindo ver o meu comentário que deixei logo ai abaixo depois de 6 meses 🙂

    • O digníssimo autor do post pensa o mesmo. A garota é incrível em Marketing, vendas, storytelling, diligência em vender, etc. Ao mesmo tempo, isso não invalida o fato (agora notoriamente conhecido) que a maior parte do sucesso dela foi construído em cima de um currículo inflado, cheio de contradições e histórias mal contadas. Pior, ainda sim, ela vai continuar fazendo palestras, vendendo livros e cursos e com uma audiência enorme. E assim a vida segue.

      • Evandro Oliveira

        Marqueteiros são assim… inflar o ego, agradar ao espelho … e falam de ética e bla bla bla … talvez seja corporativismo classista, também conhecido como cumplicidade. Mas não pode falar mal que é inveja… despeito… sei como funciona… rsrsrs… vida que segue (e nem pensar numa revisão de posição… sustentar opinião é o o que importa !

        • Os caras são muito bons em Marketing e Vendas. São diligentes. Excelentes em Anúncios Patrocinados. E essas qualidades estão aí, descritas por mim. Não tem o que revisar. Veja, se o conteúdo dos caras é fake, eles que paguem por isso. Não é um problema meu. Se a Bel mentiu seu currículo pra chegar onde chegou, que ela arque com as consequências disso. Independentemente disso, todos os citados são bons no que disse que são:

          – Sabem fazer dinheiro
          – São organizados
          – Profissionais em Marketing
          – Trabalham duro e com diligência pra ganhar o dinheiro deles
          – Não ligam para o que os outros dizem e seguem ralando
          – São extremamente focados
          – São bons em montar times

          São alguns fatos que não tem como negar. A gente pode até torcer o nariz, mas esses fatos estão aí. Quanto as mentiras, vender algo vazio, etc, minhas opiniões são claras e permeiam meus textos. Também me posicionei publicamente no Facebook a respeito.

          Editar este texto seria como que apagar o que eu disse. Talvez até injusto. O melhor é deixar o artigo tal qual ele foi publicado e, se for o caso, fazer um novo, como uma parte II.

          E não, sustentar uma opinião não importa. É bobeira pensar assim. A gente cresce, amadurece, muda. Nossa opinião, percepção das coisas também. E temos que estar abertos, sim, a mudar nosso pensamento para seguirmos crescendo. Não é diferente aqui.

  • ArtFowl

    No começo do texto você diz “Ela sabe fazer dinheiro” linkando a campanha de sucesso no kikante. Só uma perguntinha boba, você chegou dar um check em quem que fez as doações? Caso esteja com preguiça, já fizeram por você https://medium.com/@LeoTurfosi/das-supostas-mentiras-de-bel-pesce-h%C3%A1-uma-que-cheira-pior-9ce1db347efe#.wcp19tm22

    • Pois é, @artfowl:disqus. Alguém conseguiu esclarecer isso?

  • Mack740 .

    Olha, esbarrei em seu artigo por acidente, e não sei se começo criticando o formato ou o conteúdo da coisa… Então, vou começar elogiando. É uma boa sacada usar o assunto da Bel Pesce e todos os empreendedores de palco para mostrar por que dão certo, por que faturam alto: perspicácia para ver uma oportunidade de mercado, foco na meta, equipe competente, filtro às críticas e trabalho duro.

    Só que se você trocar “empreendedor de palco” por qualquer outro ramo de negócios, ainda dá no mesmo. Se o empreendimento for um restaurante, uma fábrica, uma startup ou um salão de manicure, essas cinco características são pré-requisito para começar a se pensar em sucesso.

    Daí talvez venha uma fraqueza no seu artigo: esses empreendedores de palco não inventaram essas características, e em nada contribuíram para as mesmas. Servem talvez como um exemplo de sua aplicação, mas há muitos outros que funcionariam melhor, sem dar espaço a um tipo de profissional que é cheio de polêmicas. Concordo que podemos ver competência no que fazem, e que todo mercado tem seus charlatões. Mas, no mercado de empreendedores de palco, não há diferença clara entre ser charlatão e ser um bom profissional. Na verdade, aparentemente, todo charlatão tem perfil para ser competente nesse mercado. E esse é o “x” da questão.

    Basta ver como a Bel Pesce começou, e não é muito diferente de outros: apresentando um currículo invejável (e, hoje, sabemos que meio falacioso e “aumentado”). De Paulo Coelho a qualquer outro escritor de livros de auto-ajuda. Com a grande diferença: no caso de auto-ajuda, no currículo não se requer mais do que a experiência pessoal do autor. “Sobrevivi a um atentado, a uma tentativa de suicídio, ao vício em drogas, a uma condição física limitante… E venci”. Mas quando se entra no universo corporativo, se espera do palestrante algo mais tangível: números. Casos de sucesso, percentuais de incremento de receita, valor de negócio. E tudo isso precisa ser mais do que a experiência pessoal do palestrante – precisam ser números verídicos. Bel não começou a faturar dizendo coisas como “acredite em seu sonho”: ela começou a faturar quando as pessoas (seus potenciais clientes) começaram a dar atenção à menina “com cinco diplomas no MIT e carreira no Google e Microsoft”. Sem essa falácia inicial, ela não teria mercado.

    Quando leio sobre ser irrelevante se o produto/serviço é bom ou não, pois isso é problema entre o fornecedor e o cliente, penso que várias questões importantes são deixadas de lado: o cliente efetivamente leva valor na transação, ou basta ele “achar que recebeu valor”? Não há nenhuma terceira parte que esteja envolvida? A “solução” vendida realmente resolve alguma coisa, ou só empurra o problema com a barriga? A “solução” vendida serve como desculpa para o cliente não buscar uma solução mais adequada (ainda que dê mais trabalho)? Nas últimas décadas discutiu-se muito a ética dentro de empresas. Parece que essa discussão foi para a lata de lixo.

    Você pode identificar uma oportunidade de mercado, trabalhar duro, ser focado em sua meta, se cercar de uma equipe competente, não se importar com o que dizem de você, e realizar um grandioso projeto: enfiar seis milhões de judeus em câmaras de gás. Você pode aplicar tudo isso e morrer na praia, tentando vender um tocador de MP3 chamado “Zune”- alguém se lembra dele? Ao meu ver, saber se o “produto” em si é algo bom ou não para o cliente (e mesmo para a sociedade), algo que realmente agrega valor, é muito relevante ao discutir as ações do empreendedor.

    Por trás das reclamações contra a menina do vale-tudo e profissionais afins, eu vejo algo muito mais positivo: o tapa na cara que a realidade nos dá, e nos faz lembrar o quanto é danoso seguir pessoas. Celebridades, políticos, gurus. Siga a ideia em si, o argumento – no caso, as cinco características que constam no artigo – e faça alguma coisa com isso, em vez de apenas se sentir bem por fazer parte de um fã-clube. Acho que é esse o ponto central do artigo.

  • Felipe

    o problema é que ela construiu em cima de mentiras e meias verdades. Eu acredito sim que ela seja capaz e competente, pelo pouco que assisti no you tube e pelo livro dela que eu li. A questão é que tudo isso perde valor diante de uma farsa.
    Acho que isso tudo será uma boa lição de vida pra ela e pra nós tambem.

    mentira tem perna curta!

  • SandroCP

    Oi, Matt. Parabéns pelo artigo. Acabei de ler uma visão menos raivosa e mais inteligente sobre o assunto. Obrigado. Bom, o que eu acho é que jogaram pedras na Geni antes de pesquisar. Eu li diversos textos sobre a “farsa” de Bel etc. Vi o vídeo e li os textos de Izzy Nobre. Sim, a Bel parece que exagerou. Mas será que exagerou propositalmente? OU, como li na reposta dela, foi um mal entendido, visto que a educação americana é diferente da educação brasileira? E se ela exagerou, sem querer ou não, isso a torna uma criminosa, desfaz tudo que ela já conquistou? Me parece que não. Lembro de Tom Jobim quando disse que o sucesso ofende os brasileiros. Meu Deus, a menina tem comprovadamente 2 graduações no MIT. Isso é digno de elogio. Ela, como você bem disse, usou sua experiência para conquistar seu patrimônio. Não vi, até agora, ninguém que tenha dito que foi prejudicado por ela ou mesmo lesado em algum aspecto de sua vida. Ninguém, nem pessoa física ou jurídica. Essa raiva está vindo de pessoas que provavelmente queriam ter o sucesso dela, o dinheiro, mas não conseguem, seja por incompetência ou preguiça ou os dois. Se esses mesmo que criticassem estivessem lutando pelo seu e conquistando, não perderiam tempo em massacrá-la.
    Falando sobre empreendedores como Érico Rocha, posso falar de cátedra. O trabalho dele está mudando a realidade brasileira de muitos brasileiros por consequência. Ele é um mestre no marketing digital, que é uma ciência, é comunicação. Por causa dele, como você também citou, pessoas estão ganhando dinheiro e vivendo seus sonhos. São todos que fazem a Fórmula que conseguem? Não, claro, mas o conhecimento ali é muito bom. Como sei? Eu fiz a Fórmula, sou jornalista, e tenho lido livros de marketing e me aprofundado no assunto.
    Vivemos em uma sociedade quadrada. Nascemos e somos programados como robôs para estudarmos, trabalharmos em algumas empresas tendo os benefícios da CLT e nos aposentarmos pelo Governo. Opa, isso é bom? Talvez para alguns. Mas a maioria não vive feliz com esse modelo. Muito pelo contrário, vegetam!
    Esses caras, como Érico, estão fazendo as pessoas criarem produtos e serviços e vierem de seus sonhos de forma HONESTA.
    Não posso deixar de citar Flávio Augusto, um dos maiores empreendedores do mundo, que nunca trabalhou de carteira assinada, vivia na periferia do Rio de Janeiro, e hoje é um dos maiores empresários do mundo! Ele escreveu uma trilogia chamada Geração de Valor que altamente motivacional e inspiradora.
    Ser motivacional e ser considerado autoajuda tem sido visto como algo negativo, mas está longe de ser. Você pode ler um livro de psicologia ou filosofia ou um romance clássico e ser motivado e ser tocado profundamente por isso. O que há de ruim nisso é a autoajuda de má qualidade, que traz frases feitas e não mostra como chegar lá. Aí, sim, essa não serve para nada.
    Por causa desse pessoal eu comecei a ler livros importantíssimos como a Lei do Triunfo, de Napoleon Hill e outros. Quem vence na vida tem que ter habilidade específicas e esse pessoal tem nos ensinado. A sorte é consequência. Eles trabalharam muito e trabalham para manter seu patrimônio.
    Será que Bel é tão boa quanto Érico Rocha e Flávio Augusto? Eu não sei. Acompanho muito menos ela do que esses outros dois, mas ainda não a vi sendo processo ou falarem mal dela como pessoa. Muito pelo contrário.
    Acho que essa raiva pode ser um reflexo da inveja ou da frustração de muitos. Psicologia barata? Acho que não. Quando você olha no espelho a pessoa que você vê é aquela responsável pelo seu fracasso ou seu sucesso.
    Abraço, cara, excelente artigo!